A **Colômbia** está em estado de alerta. O presidente Gustavo Petro convocou seus apoiadores para uma **mobilização nacional** nesta quarta-feira, 7 de fevereiro, em Bogotá e outras cidades do país. O objetivo é defender a **soberania da Colômbia** e a democracia.
A convocação surge após as duras **ameaças de Donald Trump**, ex-presidente dos Estados Unidos. Ele criticou publicamente o governo colombiano, o que acirrou a **tensão diplomática** entre os dois países.
Este cenário de crise é agravado pela recente operação militar americana na Venezuela, que culminou na captura de Nicolás Maduro. A ação, oficialmente criticada por Bogotá, intensifica as preocupações regionais, conforme informações divulgadas pelo governo colombiano.
A Resposta de Petro às Ameaças Externas
As manifestações estão marcadas para as 16h, horário local, e terão como ponto central a histórica Plaza de Bolívar, na capital. O presidente Petro deve discursar no local.
Ele incentivou a participação popular como uma resposta firme ao que descreveu como “ameaças externas ao país”, reforçando a importância da **mobilização nacional**.
Em uma mensagem contundente publicada nas redes sociais, Petro afirmou: “A soberania se defende com a vida, e aqui estamos sendo ameaçados, e a Colômbia não se ameaça. Não nos deixamos comprar, não estamos à venda“.
A declaração do presidente sublinha a gravidade da situação percebida pelo governo e a determinação em defender a **soberania da Colômbia**.
O Impacto Regional da Crise Diplomática
A chanceler Rosa Villavicencio ressaltou a seriedade do momento. Segundo ela, o governo colombiano avalia que a atual conjuntura tem implicações diretas para a paz mundial.
Isso se aplica especialmente após a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, que afetou a **estabilidade regional** e a **soberania** dos países vizinhos.
“Como governo, temos consciência de que, nesta situação, estamos colocando em jogo a paz no mundo“, afirmou a ministra em entrevista coletiva.
Essa visão reflete a profunda preocupação de Bogotá com a **estabilidade regional** e as possíveis ramificações do conflito, especialmente para a **soberania da Colômbia**.
As Declarações Explosivas de Donald Trump
A escalada das tensões foi precipitada por declarações de Donald Trump no último final de semana. O ex-presidente americano não poupou críticas ao governo colombiano.
Ele afirmou que a **Colômbia** está “muito doente” e atacou diretamente o presidente Petro, intensificando a **crise diplomática**.
Em falas a jornalistas, Trump declarou que o país é “governado por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la aos Estados Unidos“.
Ele acrescentou que tal situação “não vai durar muito tempo“. As palavras do ex-presidente geraram forte repúdio em Bogotá, que as vê como uma **ameaça à soberania**.
Temor de Ações Semelhantes na Colômbia
A gravidade das declarações de Trump se acentuou quando questionado sobre uma ação militar semelhante à realizada na Venezuela ser implementada na **Colômbia**.
A resposta do ex-presidente foi ambígua e, para muitos, ameaçadora, gerando grande preocupação sobre a **soberania nacional**.
“Para mim, isso soa bem“, disse Trump, referindo-se à possibilidade de uma intervenção na **Colômbia**.
Essa frase alimentou temores de uma possível **intervenção externa** e reforçou a necessidade de mobilização para defender a **soberania nacional** frente a tais **ameaças**.