Daniela Mercury, um dos maiores ícones do Carnaval brasileiro, já tem data marcada para incendiar a folia paulistana. A cantora confirmou sua participação no Carnaval de São Paulo de 2026, prometendo uma festa inesquecível com seu tradicional bloco “Pipoca da Rainha” em 22 de fevereiro.
Conhecida por sua energia contagiante e a habilidade de fazer qualquer um se render ao ritmo, a artista baiana falou sobre sua paixão por conectar pessoas através da dança. Ela destacou como o axé se tornou um ponto de união nacional, fazendo o Brasil inteiro dançar.
Em entrevista ao programa CNN 360°, Daniela Mercury compartilhou detalhes sobre sua capacidade única de animar multidões, adaptando-se a diferentes públicos e culturas, conforme informações divulgadas pela CNN.
A energia contagiante do axé pelo Brasil
“Acho que o axé se espalhou pelo Brasil durante tanto tempo que nossas músicas se tornaram um ponto de união. O povo brasileiro gosta muito de dançar”, declarou Mercury, ressaltando a universalidade do ritmo. Ela enfatizou sua versatilidade, afirmando: “Vou me adaptando a cada público, mas, faço o mundo inteiro dançar“.
Ao longo de sua carreira, a cantora tem sido uma verdadeira embaixadora da dança, ensinando coreografias e ritmos. Sua capacidade de se moldar a cada contexto garante que a festa seja sempre um sucesso, independentemente do local, sempre com o objetivo de fazer o mundo inteiro dançar.
As particularidades dos foliões em cada região
A Rainha do Axé, com sua vasta experiência em carnavais por todo o país, observou as características distintas dos foliões. “Os baianos dançam pagode, são mais quebrados, o samba do Rio é diferente, tem um jeito mais acostumado com as escolas de samba, em São Paulo, tem gente do Brasil inteiro”, apontou a artista.
Daniela Mercury descreveu o público baiano como “mais espuleta, pula mais, talvez”. Ela brincou que eles estão “um pouco mais treinado para responder as nossas demandas”, referindo-se às famosas coreografias de seu show, como “levante a mão, se abaixe, abre a roda, fecha”.
Desafios e o sucesso internacional da Rainha
Apesar de sua adaptabilidade, a cantora também mencionou os desafios específicos do Carnaval paulistano. “O carnaval de São Paulo tem tantos carrinhos de cerveja no meio da rua que eu sinto que as pessoas têm um pouco mais de dificuldade de fazer aquelas coreografias”, comentou. Contudo, isso não a impede de entregar um show vibrante e fazer todos dançar.
A influência de Daniela Mercury transcende fronteiras. Ela compartilhou experiências internacionais, revelando que até mesmo públicos europeus, inicialmente menos acostumados com a folia, aprenderam a se entregar ao ritmo de suas apresentações. “Tudo bem, não pulam tanto quanto os baianos nem quanto os paulistanos”, brincou a cantora, que já levou seu show para Portugal e outros países, comprovando sua promessa de fazer o mundo inteiro dançar.