Nesta abertura de semana, o Ibovespa demonstrou resiliência ao registrar uma alta de 0,83%, fechando aos 161.869,76 pontos, bem próximo de retomar a marca dos 162 mil. Esse desempenho positivo contrariou a queda da Petrobras, que recuou mesmo com a valorização do petróleo nos mercados internacionais.
O principal índice da bolsa brasileira foi impulsionado por setores como o financeiro e a construção civil, compensando a performance negativa da gigante estatal. Tudo isso ocorreu em meio a um cenário de crescente instabilidade política na Venezuela, que levanta preocupações globais.
Essa dinâmica peculiar levanta um questionamento fundamental: o mercado acionário brasileiro e a B3 estão de fato protegidos dos desdobramentos da crise venezuelana? Especialistas oferecem suas análises sobre o tema, conforme informações divulgadas pela Reuters e Estadão Conteúdo.
Petrobras na Contramão: O Efeito Venezuela no Petróleo
Apesar do avanço dos preços do petróleo em Londres e Nova York, as ações da Petrobras (PETR3 – ON -1,67%; PETR4 – PN -1,66%) registraram queda. Essa performance negativa da estatal se deve, em parte, às preocupações com o cenário geopolítico na Venezuela.
Ian Lopes, economista da Valor Investimentos, explicou a situação. Ele disse que,