A decisão judicial que decreta a prisão preventiva do ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, marca um novo capítulo em sua trajetória de problemas com a Justiça. O empresário, que já estava sob monitoramento, foi detido no Ceará em circunstâncias que agravaram sua situação.
Este desdobramento ocorre após o Ministério Público do Rio de Janeiro solicitar a medida, alegando que Rangel Mendes teria descumprido as determinações judiciais previamente impostas. A situação levanta questões sobre a eficácia das medidas cautelares e a conduta de indivíduos sob monitoramento.
Entenda os detalhes da decisão, os argumentos da defesa e o que levou à decretação da prisão preventiva do ex-executivo, conforme informações divulgadas pelas fontes.
A Prisão no Ceará e as Acusações Iniciais
João Ricardo Rangel Mendes foi detido na última segunda-feira, dia 5 de fevereiro, no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará. Segundo os relatos, o ex-CEO da Hurb estava portando um documento falso e sua tornozeleira eletrônica encontrava-se descarregada no momento da prisão.
Essa detenção inicial é um desdobramento de acusações anteriores. O empresário já havia sido preso por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura.
Ele foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, o que motivou as medidas cautelares que agora foram descumpridas.
O Pedido de Prisão Preventiva e o Descumprimento de Medidas
O pedido de prisão preventiva foi feito na terça-feira, dia 6, pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, em razão do descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça. As regras incluíam a proibição de se ausentar do Rio de Janeiro por mais de 30 dias sem aviso prévio.
A promotoria argumentou que a conduta de Rangel Mendes, especialmente a presença no Ceará com a tornozeleira descarregada, indicava uma clara violação das condições estabelecidas para sua liberdade provisória.
O juiz André Felipe Veras de Oliveira, da 32ª Vara Criminal, acatou o pedido, decretando a prisão preventiva por