O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, tiveram uma conversa telefônica importante nesta quinta-feira, 15 de fevereiro. O diálogo entre os líderes focou nos preparativos para a aguardada visita de Lula ao Panamá, um passo fundamental para estreitar os laços bilaterais e regionais.
Lula viajará ao Panamá em 28 de janeiro para participar da abertura do Foro Econômico Internacional da América Latina e Caribe, evento organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF). Esta participação ressalta o interesse do Brasil no desenvolvimento e na integração da região.
A agenda da visita inclui uma reunião bilateral com o presidente Mulino para discutir temas como comércio, investimentos e cooperação. A conversa telefônica também abordou a situação na Venezuela e a necessidade de paz regional, conforme nota divulgada pelo Palácio do Planalto.
Agenda Bilateral e Fortalecimento Econômico entre Brasil e Panamá
A reunião bilateral entre Lula e Mulino será um dos pontos altos da visita do presidente brasileiro ao Panamá. O encontro visa fortalecer as relações comerciais entre os países e atrair novos investimentos, impulsionando a economia de ambas as nações.
O Panamá, como um dos países associados ao Mercosul, possui uma posição estratégica para a ampliação das parcerias brasileiras na América Latina. A presença de Lula no Foro Econômico Internacional da América Latina e Caribe também reforça o compromisso do Brasil com o crescimento econômico e a integração regional, buscando oportunidades de desenvolvimento mútuo.
Diálogo pela Paz e Estabilidade na América Latina
Além das pautas econômicas e de cooperação, os presidentes Lula e Mulino aproveitaram a conversa para trocar impressões sobre a complexa situação na Venezuela. Ambos os líderes reiteraram a importância de preservar a paz e a estabilidade na América Latina e no Caribe, um fator crucial para o progresso e o bem-estar de toda a região.
Eles também coincidiram sobre a necessidade de fortalecer as Nações Unidas, defender o direito internacional e promover o diálogo como ferramentas essenciais para a resolução de conflitos e a manutenção da ordem global, conforme a nota do Palácio do Planalto.