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“title”: “María Corina Machado revela: Delcy Rodríguez não tem acordo com Trump, apenas cumpre ordens dos EUA na Venezuela”,
“subtitle”: “Líder opositora venezuelana, María Corina Machado, detalha que a atuação de Delcy Rodríguez é fruto de ordens diretas, e não de um pacto, e explica o cenário da transição política na Venezuela.”,
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María Corina Machado desvenda bastidores da política venezuelana e a influência de Trump em Delcy Rodríguez
A líder opositora venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, trouxe à tona detalhes cruciais sobre a situação política da Venezuela. Em declarações recentes feitas em Washington, Machado afirmou que a ditadora interina Delcy Rodríguez não está envolvida em nenhum acordo político com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Segundo a opositora, a postura de Delcy Rodríguez é, na verdade, uma resposta direta a determinações do governo americano. Essa dinâmica, de acordo com Machado, molda as ações do regime interino e o futuro da nação sul-americana.
Essa perspectiva oferece um olhar diferente sobre as relações internacionais e a complexa transição na Venezuela, conforme informações obtidas sobre as declarações da líder.
Delcy Rodríguez: Entre Ordens e o Temor a Trump
María Corina Machado foi enfática ao declarar que “Delcy está cumprindo ordens, não está em um acordo”. Essa afirmação contundente sugere que a ex-vice-presidente de Nicolás Maduro, que agora ocupa um cargo interino, age sob forte influência e, possivelmente, temor direto do presidente Trump.
A líder opositora explicou que esse fator seria a chave para compreender a postura do governo interino venezuelano após a operação dos EUA que resultou na captura de Maduro. A ação americana, ocorrida no último dia 3, teria alterado significativamente o panorama e as dinâmicas de poder na região.
A percepção de que Delcy Rodríguez teme Trump pode explicar a aparente cooperação do regime interino, que muitos interpretam como uma forma de evitar sanções mais severas ou outras ações por parte dos Estados Unidos.
O Afastamento de María Corina e a Estratégia dos EUA
Apesar de seu papel proeminente na oposição, María Corina Machado revelou que o governo dos Estados Unidos a excluiu do processo formal de transição política na Venezuela. A avaliação americana é que, no momento atual, a líder opositora não dispõe de apoio político suficiente para assumir o poder.
Essa leitura levou Washington a priorizar negociações diretas com o regime interino de Delcy Rodríguez. O presidente Trump, por sua vez, considera que esse governo interino está sob sua tutela, o que justifica a abordagem direta e a exclusão de outras figuras opositoras do diálogo principal.
A decisão dos EUA de focar em Delcy Rodríguez como interlocutora principal levanta questões sobre a eficácia de uma transição que não envolve todas as forças de oposição, mas reflete uma estratégia pragmática de Washington.
Encontro com Trump e Expectativas de Transição Ordenada
Em um desenvolvimento significativo, María Corina Machado se reuniu com Donald Trump pela primeira vez nesta quinta-feira, 15 de fevereiro. Durante o encontro, a líder opositora expressou sua gratidão pela captura de Maduro, presenteando o presidente americano com a medalha do Prêmio Nobel da Paz.
Machado, apesar das incertezas que ainda pairam sobre o futuro da Venezuela, manifestou a expectativa de uma “transição ordenada”. Essa visão otimista sugere que há um caminho planejado para a estabilização e a recuperação democrática do país.
A líder opositora também confirmou que está trabalhando ativamente para retornar à Venezuela. Ela planeja esse retorno junto com Edmundo González Urrutia, o vencedor das eleições presidenciais de 2024, consolidando uma frente unida para o futuro político da nação.
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