Polícia Civil do RS desarticula esquema milionário de roubo de cargas na Região Metropolitana de Porto Alegre

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) deflagrou, nesta quinta-feira (8), uma importante operação para desarticular uma organização criminosa altamente especializada em roubos de cargas.

O grupo, que atuava principalmente na Região Metropolitana de Porto Alegre e Balneário Pinhal, é responsável por causar prejuízos milionários ao setor logístico gaúcho, impactando diversas empresas.

As investigações revelaram a sofisticação das ações e o perfil dos criminosos, culminando em uma série de mandados cumpridos, conforme informações divulgadas pela própria Polícia Civil.

Megaoperação mira ramificações em quatro cidades gaúchas

A operação cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em Alvorada, Canoas, Gravataí e Balneário Pinhal. O objetivo é coletar mais provas e prender os envolvidos nos esquemas de roubo de carga.

As ações da PCRS visam desmantelar completamente a estrutura da organização criminosa, que vinha agindo impunemente no período investigado, conforme o que foi apurado pelas autoridades.

Crimes de roubo de carga causaram prejuízos milionários

Entre os alvos dos criminosos estavam grandes volumes de tintas e cargas de laticínios, mercadorias de alto valor no mercado. Os roubos de carga resultaram em perdas financeiras significativas.

O principal roubo de carga, conforme a investigação, ocorreu em 7 de novembro, quando quatro caminhões carregados com tintas de uma empresa logística foram subtraídos em Canoas.

Imagens da ação mostraram uma operação coordenada, com o uso de veículos clonados, evidenciando a ousadia e o planejamento da organização criminosa para executar os delitos.

Cargas roubadas eram revendidas online a preços baixos

Após o roubo de carga das tintas, parte do material foi localizado em um galpão abandonado. No entanto, outra parte estava sendo ativamente revendida em plataformas online.

Dois suspeitos foram identificados por comercializar as tintas a preços muito abaixo do mercado, indicando a origem ilícita. A polícia confirmou que eram da mesma marca e lote das roubadas.

Matriarca liderava organização criminosa familiar com base em Alvorada

A organização criminosa era estruturada como um núcleo familiar e tinha como líder a matriarca, uma figura com extensa ficha criminal, conforme apurado pela Polícia Civil do RS.

A base operacional do grupo ficava em um endereço estratégico em Alvorada. Este local era utilizado para o transbordo e guarda das cargas roubadas, além de servir para o tráfico de drogas e outros delitos.

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