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Oás, o Edifício Mais Alto de Curitiba, Adota Tecnologia Inovadora para Desafios Climáticos

Curitiba, conhecida por seu clima notoriamente imprevisível, está prestes a receber um novo marco arquitetônico que promete transformar as adversidades climáticas em um trunfo de engenharia. O OÁS, empreendimento que se tornará o edifício mais alto da cidade, destacará-se não apenas por sua imponência, mas pela adoção de 7 mil metros quadrados de fachadas ventiladas, uma solução construtiva que alia alta performance e sustentabilidade.

Essa abordagem inovadora visa proporcionar conforto térmico e acústico superiores, além de uma significativa redução no consumo de energia, consolidando um conceito já amplamente explorado em grandes centros urbanos internacionais, mas ainda pouco difundido no Brasil. A iniciativa reflete uma crescente demanda por soluções arquitetônicas eficientes e sustentáveis no mercado imobiliário da capital paranaense.

Com entrega prevista para 2027, o projeto, desenvolvido pela GT Building e construído pela Thá Engenharia, posiciona-se como um divisor de águas na construção civil local, oferecendo uma resposta robusta às variações bruscas de temperatura e às exigências de um futuro mais sustentável, conforme informações divulgadas à imprensa.

A Inovação das Fachadas Ventiladas Chega ao Gigante Curitibano

A escolha pelas fachadas ventiladas no OÁS representa um salto qualitativo na construção civil de Curitiba. Em um cenário onde a instabilidade climática é uma constante, alternando rapidamente entre frio, calor e umidade, a necessidade de edifícios que ofereçam maior resiliência e conforto é premente. O sistema de fachada ventilada, que será aplicado em porcelanato, diferencia-se radicalmente dos revestimentos tradicionais aderidos, criando uma câmara de ar contínua entre a parede estrutural e o revestimento externo.

Essa câmara, que pode variar de cinco a 180 milímetros, permite que o edifício “respire”, regulando a temperatura interna de forma passiva. Em vez de absorver e reter calor, como ocorre em fachadas convencionais, o sistema promove uma circulação constante de ar, que é essencial para o bem-estar dos ocupantes e para a eficiência energética do empreendimento. A incorporação dessa tecnologia sublinha o compromisso do OÁS em ser não apenas o mais alto, mas também um dos edifícios mais inteligentes e sustentáveis da região.

A Thá Engenharia, responsável pela construção, enfatiza que a escolha por essa tecnologia foi resultado de estudos aprofundados, considerando as particularidades climáticas de Curitiba e a altura do edifício. Essa abordagem garante que o OÁS se destaque como um exemplo de engenharia de alto desempenho, capaz de oferecer uma experiência de moradia superior e adaptada aos desafios ambientais contemporâneos.

Como a Tecnologia Transforma o Conforto Térmico e Acústico

O funcionamento das fachadas ventiladas baseia-se em um princípio físico conhecido como “efeito chaminé”. O ar frio, mais denso, ingressa pela base da fachada através de aberturas estrategicamente posicionadas. À medida que este ar entra em contato com a superfície aquecida da câmara, ele se aquece, tornando-se menos denso e subindo naturalmente, sendo então expelido pela parte superior da fachada. Esse fluxo contínuo de ar impede a transferência direta de calor do exterior para o interior do edifício, mantendo os ambientes significativamente mais frescos durante os dias quentes.

O engenheiro Willian Canfield, da Thá Engenharia, explica que essa circulação de ar pode resultar na redução da temperatura interna em até 10 °C em comparação com fachadas convencionais. Ele destaca que, em sistemas tradicionais, as paredes tendem a acumular calor ao longo do dia e liberá-lo lentamente para o interior à noite, causando desconforto aos moradores e aumentando a necessidade de uso de sistemas de ar-condicionado. Com as fachadas ventiladas, essa carga térmica é mitigada, diminuindo drasticamente a dependência de climatização artificial e, consequentemente, o consumo de energia elétrica.

Além dos benefícios térmicos, o sistema proporciona um notável isolamento acústico. A câmara de ar entre o revestimento externo e a estrutura interna atua como uma barreira natural contra ruídos externos, contribuindo para um ambiente mais tranquilo e sereno dentro das unidades. Esse ganho em conforto acústico é particularmente valioso em áreas urbanas densas, onde a poluição sonora é uma preocupação constante, elevando a qualidade de vida dos moradores do OÁS.

Durabilidade e Redução de Custos: Benefícios a Longo Prazo

A adoção de fachadas ventiladas no OÁS não se limita apenas ao conforto e à eficiência energética; ela também confere ao edifício uma durabilidade superior e uma significativa redução nos custos de manutenção a longo prazo. Por ser um sistema não aderido, as placas de porcelanato são instaladas de forma a permitir uma flexibilidade maior em comparação com os revestimentos colados diretamente à estrutura. Essa característica é crucial para absorver as movimentações naturais do edifício, que ocorrem devido a variações térmicas e assentamentos estruturais.

A flexibilidade do sistema minimiza os riscos de fissuras, desplacamentos e fadiga do material, problemas comuns em fachadas convencionais que exigem reparos frequentes e dispendiosos. O engenheiro Willian Canfield ressalta que a escolha desse modelo foi feita após estudos detalhados, considerando não apenas o clima de Curitiba, mas também a altura do edifício, que impõe desafios adicionais em termos de segurança e longevidade. Soluções inovadoras e robustas são essenciais para garantir a integridade de uma estrutura de 50 andares ao longo de décadas.

Adicionalmente, o afastamento entre as placas e a estrutura protege as paredes contra a ação direta de agentes externos como chuva, vento e umidade. Esse design impede o efeito cascata da água na superfície da fachada, prevenindo infiltrações e a deterioração precoce do revestimento e da própria estrutura do prédio. A proteção contra os elementos contribui para a longevidade estética e funcional do edifício, preservando seu valor e reduzindo a necessidade de intervenções de manutenção corretiva.

Sustentabilidade na Construção: Menos Resíduos, Mais Eficiência Energética

Do ponto de vista ambiental, as fachadas ventiladas representam um avanço significativo para a construção sustentável. A técnica de instalação utiliza uma quantidade consideravelmente menor de argamassa em comparação com os métodos tradicionais, o que se traduz em uma redução substancial na geração de resíduos no canteiro de obras. Menos argamassa significa também menos consumo de recursos naturais e menor impacto ambiental associado à produção e transporte desses materiais. Essa otimização de recursos contribui para um canteiro de obras mais limpo, organizado e eficiente.

A consultora de obra Paloma Bezerra enfatiza que, ao impedir a transferência direta de calor e favorecer a ventilação natural, a fachada ventilada reduz drasticamente o consumo de energia elétrica para climatização ao longo de toda a vida útil do edifício. Esta eficiência energética é um pilar fundamental da sustentabilidade, pois diminui a pegada de carbono do empreendimento e contribui para a conservação de recursos energéticos. Em um contexto global de crescente preocupação com as mudanças climáticas, soluções que promovam a economia de energia são cada vez mais valorizadas e necessárias.

A engenheira Paloma Bezerra conclui que esta é uma “solução que combina desempenho térmico, sustentabilidade e conforto, sem impacto visual para os moradores, já que o sistema é imperceptível no uso cotidiano”. A integração de tecnologias sustentáveis, sem comprometer a estética ou a funcionalidade, demonstra o compromisso do OÁS em ser um modelo de desenvolvimento urbano responsável e consciente, estabelecendo novos padrões para projetos de grande porte.

O Contexto Curitibano: Desafios Climáticos e Soluções Arquitetônicas

Curitiba é amplamente conhecida por seu “clima instável”, uma característica que impõe desafios únicos para a arquitetura e a construção civil. As variações bruscas de temperatura em um único dia, a incidência de chuvas frequentes e a umidade elevada são fatores que exigem soluções construtivas robustas e adaptáveis. Tradicionalmente, edifícios em Curitiba enfrentam problemas como infiltrações, proliferação de mofo e altos custos com aquecimento ou resfriamento, devido à falta de isolamento térmico adequado nas fachadas convencionais.

Nesse cenário, a adoção de fachadas ventiladas no OÁS surge como uma resposta direta e eficaz a essas particularidades climáticas. A tecnologia permite que o edifício se adapte melhor às condições externas, mantendo um microclima interno mais estável e confortável para seus moradores. Em dias quentes, o efeito chaminé dissipa o calor; em dias mais frios, a câmara de ar atua como um isolante adicional, ajudando a reter o calor interno e a reduzir a demanda por sistemas de aquecimento.

A crescente valorização de empreendimentos que incorporam soluções eficientes e sustentáveis reflete uma mudança de paradigma no mercado imobiliário curitibano. Os consumidores buscam não apenas luxo e localização, mas também edifícios que ofereçam menor custo operacional, maior conforto ambiental e um menor impacto ecológico. O OÁS, ao abraçar essa tecnologia, não apenas se diferencia, mas também lidera o caminho para um futuro da construção mais inteligente e consciente na capital paranaense.

O OÁS: Redefinindo o Skyline e a Experiência de Morar

Com previsão de entrega para 2027, o OÁS não será apenas o prédio mais alto de Curitiba; ele está sendo projetado para redefinir a experiência de morar na cidade e o próprio skyline da capital paranaense. Localizado estrategicamente na esquina das ruas Padre Anchieta e Jerônimo Durski, no bairro Campina do Siqueira, o empreendimento da GT Building terá 50 andares e abrigará 60 unidades residenciais de alto padrão.

Além das inovações em sua fachada, o OÁS promete uma experiência de vida luxuosa e exclusiva, com áreas comuns que ocuparão os últimos três pavimentos, oferecendo vistas espetaculares e comodidades diferenciadas. Entre os destaques, estão uma piscina panorâmica, sauna, um espelho d’água e um mirante em balanço com piso de vidro no 48º andar. Este mirante permitirá uma vista de 360 graus da cidade, proporcionando aos moradores e seus convidados uma perspectiva única de Curitiba.

A combinação de uma arquitetura imponente, tecnologias construtivas de ponta e áreas de lazer sofisticadas posiciona o OÁS como um empreendimento sem precedentes na região. Ele não só se tornará um ícone visual na paisagem urbana, mas também um modelo de como a engenharia moderna pode se integrar ao bem-estar e à sustentabilidade, oferecendo um estilo de vida elevado e consciente para seus futuros residentes.

Um Marco de Engenharia e Sustentabilidade para o Sul do Brasil

A construção do OÁS com suas fachadas ventiladas transcende a mera edificação de um arranha-céu; ela representa um marco significativo para a engenharia e a sustentabilidade no sul do Brasil. Ao incorporar uma tecnologia amplamente reconhecida internacionalmente por sua eficácia e benefícios ambientais, o empreendimento estabelece um novo patamar para projetos de grande porte na região. Essa iniciativa demonstra que é possível conciliar o gigantismo arquitetônico com a responsabilidade ecológica e o conforto dos usuários.

A escolha por soluções que otimizam o desempenho térmico e reduzem o consumo de energia elétrica posiciona o OÁS na vanguarda da construção sustentável, inspirando futuros desenvolvimentos a seguir o mesmo caminho. A experiência adquirida pela Thá Engenharia e GT Building na implementação dessa tecnologia complexa e de alto desempenho certamente contribuirá para a disseminação do conhecimento e da prática de construção mais eficiente em todo o mercado brasileiro.

Em última análise, o OÁS não é apenas um novo edifício em Curitiba; é um statement sobre o futuro da vida urbana. Ele simboliza uma era onde o luxo e a inovação andam de mãos dadas com a consciência ambiental e a busca por uma melhor qualidade de vida. Ao redefinir o skyline e os padrões de engenharia, o OÁS solidifica a posição de Curitiba como um polo de desenvolvimento urbano progressista e sustentável, pronto para enfrentar os desafios do século XXI com soluções inteligentes e duradouras.


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Curitiba, conhecida por seu clima notoriamente imprevisível, está prestes a receber um novo marco arquitetônico que promete transformar as adversidades climáticas em um trunfo de engenharia. O OÁS, empreendimento que se tornará o edifício mais alto da cidade, destacará-se não apenas por sua imponência, mas pela adoção de 7 mil metros quadrados de fachadas ventiladas, uma solução construtiva que alia alta performance e sustentabilidade.

Essa abordagem inovadora visa proporcionar conforto térmico e acústico superiores, além de uma significativa redução no consumo de energia, consolidando um conceito já amplamente explorado em grandes centros urbanos internacionais, mas ainda pouco difundido no Brasil. A iniciativa reflete uma crescente demanda por soluções arquitetônicas eficientes e sustentáveis no mercado imobiliário da capital paranaense.

Com entrega prevista para 2027, o projeto, desenvolvido pela GT Building e construído pela Thá Engenharia, posiciona-se como um divisor de águas na construção civil local, oferecendo uma resposta robusta às variações bruscas de temperatura e às exigências de um futuro mais sustentável, conforme informações divulgadas à imprensa.

A Inovação das Fachadas Ventiladas Chega ao Gigante Curitibano

A escolha pelas fachadas ventiladas no OÁS representa um salto qualitativo na construção civil de Curitiba. Em um cenário onde a instabilidade climática é uma constante, alternando rapidamente entre frio, calor e umidade, a necessidade de edifícios que ofereçam maior resiliência e conforto é premente. O sistema de fachada ventilada, que será aplicado em porcelanato, diferencia-se radicalmente dos revestimentos tradicionais aderidos, criando uma câmara de ar contínua entre a parede estrutural e o revestimento externo.

Essa câmara, que pode variar de cinco a 180 milímetros, permite que o edifício “respire”, regulando a temperatura interna de forma passiva. Em vez de absorver e reter calor, como ocorre em fachadas convencionais, o sistema promove uma circulação constante de ar, que é essencial para o bem-estar dos ocupantes e para a eficiência energética do empreendimento. A incorporação dessa tecnologia sublinha o compromisso do OÁS em ser não apenas o mais alto, mas também um dos edifícios mais inteligentes e sustentáveis da região.

A Thá Engenharia, responsável pela construção, enfatiza que a escolha por essa tecnologia foi resultado de estudos aprofundados, considerando as particularidades climáticas de Curitiba e a altura do edifício. Essa abordagem garante que o OÁS se destaque como um exemplo de engenharia de alto desempenho, capaz de oferecer uma experiência de moradia superior e adaptada aos desafios ambientais contemporâneos.

Como a Tecnologia Transforma o Conforto Térmico e Acústico

O funcionamento das fachadas ventiladas baseia-se em um princípio físico conhecido como “efeito chaminé”. O ar frio, mais denso, ingressa pela base da fachada através de aberturas estrategicamente posicionadas. À medida que este ar entra em contato com a superfície aquecida da câmara, ele se aquece, tornando-se menos denso e subindo naturalmente, sendo então expelido pela parte superior da fachada. Esse fluxo contínuo de ar impede a transferência direta de calor do exterior para o interior do edifício, mantendo os ambientes significativamente mais frescos durante os dias quentes.

O engenheiro Willian Canfield, da Thá Engenharia, explica que essa circulação de ar pode resultar na redução da temperatura interna em até 10 °C em comparação com fachadas convencionais. Ele destaca que, em sistemas tradicionais, as paredes tendem a acumular calor ao longo do dia e liberá-lo lentamente para o interior à noite, causando desconforto aos moradores e aumentando a necessidade de uso de sistemas de ar-condicionado. Com as fachadas ventiladas, essa carga térmica é mitigada, diminuindo drasticamente a dependência de climatização artificial e, consequentemente, o consumo de energia elétrica.

Além dos benefícios térmicos, o sistema proporciona um notável isolamento acústico. A câmara de ar entre o revestimento externo e a estrutura interna atua como uma barreira natural contra ruídos externos, contribuindo para um ambiente mais tranquilo e sereno dentro das unidades. Esse ganho em conforto acústico é particularmente valioso em áreas urbanas densas, onde a poluição sonora é uma preocupação constante, elevando a qualidade de vida dos moradores do OÁS.

Durabilidade e Redução de Custos: Benefícios a Longo Prazo

A adoção de fachadas ventiladas no OÁS não se limita apenas ao conforto e à eficiência energética; ela também confere ao edifício uma durabilidade superior e uma significativa redução nos custos de manutenção a longo prazo. Por ser um sistema não aderido, as placas de porcelanato são instaladas de forma a permitir uma flexibilidade maior em comparação com os revestimentos colados diretamente à estrutura. Essa característica é crucial para absorver as movimentações naturais do edifício, que ocorrem devido a variações térmicas e assentamentos estruturais.

A flexibilidade do sistema minimiza os riscos de fissuras, desplacamentos e fadiga do material, problemas comuns em fachadas convencionais que exigem reparos frequentes e dispendiosos. O engenheiro Willian Canfield ressalta que a escolha desse modelo foi feita após estudos detalhados, considerando não apenas o clima de Curitiba, mas também a altura do edifício, que impõe desafios adicionais em termos de segurança e longevidade. Soluções inovadoras e robustas são essenciais para garantir a integridade de uma estrutura de 50 andares ao longo de décadas.

Adicionalmente, o afastamento entre as placas e a estrutura protege as paredes contra a ação direta de agentes externos como chuva, vento e umidade. Esse design impede o efeito cascata da água na superfície da fachada, prevenindo infiltrações e a deterioração precoce do revestimento e da própria estrutura do prédio. A proteção contra os elementos contribui para a longevidade estética e funcional do edifício, preservando seu valor e reduzindo a necessidade de intervenções de manutenção corretiva.

Sustentabilidade na Construção: Menos Resíduos, Mais Eficiência Energética

Do ponto de vista ambiental, as fachadas ventiladas representam um avanço significativo para a construção sustentável. A técnica de instalação utiliza uma quantidade consideravelmente menor de argamassa em comparação com os métodos tradicionais, o que se traduz em uma redução substancial na geração de resíduos no canteiro de obras. Menos argamassa significa também menos consumo de recursos naturais e menor impacto ambiental associado à produção e transporte desses materiais. Essa otimização de recursos contribui para um canteiro de obras mais limpo, organizado e eficiente.

A consultora de obra Paloma Bezerra enfatiza que, ao impedir a transferência direta de calor e favorecer a ventilação natural, a fachada ventilada reduz drasticamente o consumo de energia elétrica para climatização ao longo de toda a vida útil do edifício. Esta eficiência energética é um pilar fundamental da sustentabilidade, pois diminui a pegada de carbono do empreendimento e contribui para a conservação de recursos energéticos. Em um contexto global de crescente preocupação com as mudanças climáticas, soluções que promovam a economia de energia são cada vez mais valorizadas e necessárias.

A engenheira Paloma Bezerra conclui que esta é uma “solução que combina desempenho térmico, sustentabilidade e conforto, sem impacto visual para os moradores, já que o sistema é imperceptível no uso cotidiano”. A integração de tecnologias sustentáveis, sem comprometer a estética ou a funcionalidade, demonstra o compromisso do OÁS em ser um modelo de desenvolvimento urbano responsável e consciente, estabelecendo novos padrões para projetos de grande porte.

O Contexto Curitibano: Desafios Climáticos e Soluções Arquitetônicas

Curitiba é amplamente conhecida por seu “clima instável”, uma característica que impõe desafios únicos para a arquitetura e a construção civil. As variações bruscas de temperatura em um único dia, a incidência de chuvas frequentes e a umidade elevada são fatores que exigem soluções construtivas robustas e adaptáveis. Tradicionalmente, edifícios em Curitiba enfrentam problemas como infiltrações, proliferação de mofo e altos custos com aquecimento ou resfriamento, devido à falta de isolamento térmico adequado nas fachadas convencionais.

Nesse cenário, a adoção de fachadas ventiladas no OÁS surge como uma resposta direta e eficaz a essas particularidades climáticas. A tecnologia permite que o edifício se adapte melhor às condições externas, mantendo um microclima interno mais estável e confortável para seus moradores. Em dias quentes, o efeito chaminé dissipa o calor; em dias mais frios, a câmara de ar atua como um isolante adicional, ajudando a reter o calor interno e a reduzir a demanda por sistemas de aquecimento.

A crescente valorização de empreendimentos que incorporam soluções eficientes e sustentáveis reflete uma mudança de paradigma no mercado imobiliário curitibano. Os consumidores buscam não apenas luxo e localização, mas também edifícios que ofereçam menor custo operacional, maior conforto ambiental e um menor impacto ecológico. O OÁS, ao abraçar essa tecnologia, não apenas se diferencia, mas também lidera o caminho para um futuro da construção mais inteligente e consciente na capital paranaense.

O OÁS: Redefinindo o Skyline e a Experiência de Morar

Com previsão de entrega para 2027, o OÁS não será apenas o prédio mais alto de Curitiba; ele está sendo projetado para redefinir a experiência de morar na cidade e o próprio skyline da capital paranaense. Localizado estrategicamente na esquina das ruas Padre Anchieta e Jerônimo Durski, no bairro Campina do Siqueira, o empreendimento da GT Building terá 50 andares e abrigará 60 unidades residenciais de alto padrão.

Além das inovações em sua fachada, o OÁS promete uma experiência de vida luxuosa e exclusiva, com áreas comuns que ocuparão os últimos três pavimentos, oferecendo vistas espetaculares e comodidades diferenciadas. Entre os destaques, estão uma piscina panorâmica, sauna, um espelho d’água e um mirante em balanço com piso de vidro no 48º andar. Este mirante permitirá uma vista de 360 graus da cidade, proporcionando aos moradores e seus convidados uma perspectiva única de Curitiba.

A combinação de uma arquitetura imponente, tecnologias construtivas de ponta e áreas de lazer sofisticadas posiciona o OÁS como um empreendimento sem precedentes na região. Ele não só se tornará um ícone visual na paisagem urbana, mas também um modelo de como a engenharia moderna pode se integrar ao bem-estar e à sustentabilidade, oferecendo um estilo de vida elevado e consciente para seus futuros residentes.

Um Marco de Engenharia e Sustentabilidade para o Sul do Brasil

A construção do OÁS com suas fachadas ventiladas transcende a mera edificação de um arranha-céu; ela representa um marco significativo para a engenharia e a sustentabilidade no sul do Brasil. Ao incorporar uma tecnologia amplamente reconhecida internacionalmente por sua eficácia e benefícios ambientais, o empreendimento estabelece um novo patamar para projetos de grande porte na região. Essa iniciativa demonstra que é possível conciliar o gigantismo arquitetônico com a responsabilidade ecológica e o conforto dos usuários.

A escolha por soluções que otimizam o desempenho térmico e reduzem o consumo de energia elétrica posiciona o OÁS na vanguarda da construção sustentável, inspirando futuros desenvolvimentos a seguir o mesmo caminho. A experiência adquirida pela Thá Engenharia e GT Building na implementação dessa tecnologia complexa e de alto desempenho certamente contribuirá para a disseminação do conhecimento e da prática de construção mais eficiente em todo o mercado brasileiro.

Em última análise, o OÁS não é apenas um novo edifício em Curitiba; é um statement sobre o futuro da vida urbana. Ele simboliza uma era onde o luxo e a inovação andam de mãos dadas com a consciência ambiental e a busca por uma melhor qualidade de vida. Ao redefinir o skyline e os padrões de engenharia, o OÁS solidifica a posição de Curitiba como um polo de desenvolvimento urbano progressista e sustentável, pronto para enfrentar os desafios do século XXI com soluções inteligentes e duradouras.


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