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Novo Salário Mínimo de R$ 1.621: Detalhes do Reajuste, Início dos Pagamentos e Seus Amplos Impactos na Economia Brasileira

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começou a ser pago nesta segunda-feira, dia 2 de dezembro, impactando diretamente milhões de trabalhadores em todo o país. O valor, referente ao mês de janeiro, já pode ser conferido nos contracheques dos beneficiados, marcando uma importante atualização na renda básica dos brasileiros.

Este reajuste representa um aumento de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais no bolso dos trabalhadores, e foi oficialmente estabelecido pelo Decreto 12.797/2025. A medida reflete a política de valorização do salário mínimo, que busca garantir o poder de compra e estimular a economia nacional.

A mudança não afeta apenas os trabalhadores da iniciativa privada, mas também serve como referência para uma vasta gama de benefícios previdenciários e assistenciais. Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, já começaram a receber o novo piso salarial no dia 26 de novembro, com os pagamentos se estendendo até esta sexta-feira, 6 de dezembro, conforme o final do número do cartão de benefício, conforme informações divulgadas pelas fontes governamentais.

O Novo Valor em Detalhes: Quanto Vale o Mínimo em 2026

Com a atualização, o salário mínimo mensal passou a ser de R$ 1.621. Este valor é o pilar para o cálculo de diversas outras remunerações e benefícios, delineando a base econômica para milhões de famílias brasileiras. É fundamental compreender como esse montante se desdobra no dia a dia dos trabalhadores.

Além do valor mensal, é importante conhecer os valores diário e horário do novo salário mínimo. O valor diário, que serve de base para jornadas de trabalho específicas ou para o cálculo de faltas e horas extras, foi fixado em R$ 54,04. Já o valor da hora trabalhada, essencial para o cálculo de remunerações por hora ou para a composição de salários de trabalhadores em regime de meio período, é de R$ 7,37. Esses dados são cruciais para trabalhadores e empregadores na organização de suas finanças e obrigações.

A compreensão desses detalhes é vital, pois o salário mínimo não é apenas um piso salarial, mas um indicador econômico que influencia desde o planejamento orçamentário familiar até as políticas públicas de distribuição de renda. O reajuste busca equilibrar a recuperação do poder de compra e a sustentabilidade fiscal, em um cenário econômico dinâmico.

A Política de Valorização: Como o Salário Mínimo Foi Calculado em 2026

O cálculo do novo salário mínimo de R$ 1.621 segue uma metodologia específica, alinhada à política de valorização que combina a inflação e o crescimento econômico do país. Esta abordagem visa garantir que o poder de compra do trabalhador seja mantido e, se possível, ampliado, ao mesmo tempo em que se observam os limites do arcabouço fiscal.

A base para o reajuste é composta por dois fatores principais. Primeiramente, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou 4,18%. Este percentual assegura que o salário mínimo não perca valor real devido ao aumento dos preços. Em segundo lugar, soma-se a este índice o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB). Embora o crescimento real do PIB tenha sido de 3,4%, o arcabouço fiscal impôs um limite adicional de 2,5% acima da inflação do ano anterior, resultando em um reajuste total de 6,79%. Essa combinação reflete o esforço em conciliar a recuperação econômica com a responsabilidade fiscal, evitando pressões inflacionárias excessivas.

A adoção dessa política de valorização busca não apenas um aumento nominal, mas um incremento real no salário mínimo, contribuindo para a redução da desigualdade e para o aquecimento da economia. É um mecanismo que, ao longo dos anos, tem demonstrado capacidade de injetar recursos diretamente na base da pirâmia social, com reflexos positivos em diversos setores.

Impacto Social e Econômico: Milhões de Brasileiros Beneficiados e Bilhões na Economia

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 transcende a esfera individual e gera um impacto significativo em toda a sociedade e na economia brasileira. De acordo com estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a medida beneficia diretamente cerca de 61,9 milhões de brasileiros, um número expressivo que demonstra a capilaridade da política de valorização.

A expectativa é que o aumento salarial injete um montante substancial de R$ 81,7 bilhões na economia ao longo de 2026. Este recurso adicional, que circula principalmente no consumo de bens e serviços essenciais, atua como um motor para o comércio, a indústria e o setor de serviços, gerando um ciclo virtuoso de crescimento. O governo, ao considerar o reajuste do salário mínimo juntamente com a isenção do Imposto de Renda para determinadas faixas, estima um impacto combinado ainda maior, de R$ 110 bilhões na economia.

Esse influxo de capital tem efeitos amplos, tanto na melhoria da renda das famílias, que ganham maior poder de compra, quanto sobre as contas públicas, que se beneficiam do aumento da arrecadação em diversas frentes. É uma estratégia que visa fortalecer o mercado interno e proporcionar maior estabilidade financeira para uma parcela considerável da população.

Previdência Social e o Custo do Reajuste: Desafios e Benefícios

Embora o reajuste do salário mínimo traga inúmeros benefícios sociais e econômicos, ele também impõe desafios e custos adicionais à Previdência Social. O aumento do piso nacional para R$ 1.621 tem um impacto direto nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), uma vez que grande parte dos benefícios previdenciários e assistenciais está atrelada ao valor do salário mínimo.

O governo estima que o custo adicional para a Previdência Social, decorrente deste reajuste, será de aproximadamente R$ 39,1 bilhões. Esse valor reflete o compromisso de garantir que aposentados, pensionistas e beneficiários de programas como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também tenham seus rendimentos atualizados, acompanhando o novo piso nacional. A gestão desse custo é um dos grandes desafios da política fiscal, que busca equilibrar a responsabilidade social com a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo.

É importante ressaltar que o salário mínimo não é apenas um valor de referência para os trabalhadores ativos, mas um pilar fundamental para a segurança social de milhões de brasileiros que dependem dos benefícios do INSS. Sua valorização, portanto, é um investimento na dignidade e na qualidade de vida de uma parcela vulnerável da população, mesmo que implique em um aumento nas despesas previdenciárias.

Mudanças nos Benefícios do INSS: Aposentadorias e Pensões Atualizadas

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 traz importantes atualizações para os benefícios pagos pelo INSS, afetando aposentadorias, pensões e outros auxílios. A forma como esses benefícios são reajustados varia de acordo com o valor que o segurado recebe, garantindo que o piso nacional seja respeitado e que os valores acima do piso também sejam corrigidos.

Para os beneficiários do INSS que recebem o piso, ou seja, um salário mínimo, o reajuste é integral, acompanhando o aumento de 6,79%. Assim, esses benefícios passam a ser de R$ 1.621. Já para aqueles que recebem valores acima do piso, o reajuste é baseado exclusivamente no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,90%. Essa diferenciação busca proteger o poder de compra dos beneficiários de menor renda, enquanto atualiza os demais valores. Além disso, o teto do INSS, que é o valor máximo que um segurado pode receber de benefício, também foi atualizado para R$ 8.475,55, refletindo a nova realidade econômica e previdenciária.

Essas mudanças são cruciais para milhões de aposentados e pensionistas, que dependem desses valores para seu sustento. A atualização garante que seus rendimentos acompanhem, ao menos em parte, a inflação e o crescimento econômico, proporcionando maior segurança financeira e dignidade.

Contribuições Previdenciárias: Novas Faixas para CLT, Autônomos e MEI

Com o novo salário mínimo de R$ 1.621, as contribuições ao INSS também sofrem alterações, impactando trabalhadores com carteira assinada (CLT), autônomos, facultativos e Microempreendedores Individuais (MEI). As alíquotas de contribuição são progressivas para os trabalhadores CLT, enquanto para os demais grupos, os valores são fixos ou baseados em percentuais específicos sobre o salário mínimo.

Para os trabalhadores regidos pela CLT, as faixas de contribuição são as seguintes: quem ganha até R$ 1.621 contribuirá com 7,5%; salários de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84 terão alíquota de 9%; entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27, a contribuição será de 12%; e para rendimentos de R$ 4.354,28 até o teto do INSS, R$ 8.475,55, a alíquota é de 14%. Essas faixas garantem uma contribuição proporcional à renda, seguindo o princípio da progressividade.

Para autônomos, facultativos e MEI, os valores são simplificados. No plano normal (20% sobre o salário mínimo), a contribuição é de R$ 324,20. No plano simplificado (11%), o valor é de R$ 178,31. Para contribuintes de baixa renda (5%) e MEI (5%), a contribuição é de R$ 81,05. Essas modalidades visam facilitar a regularização previdenciária de diferentes perfis de trabalhadores, garantindo acesso aos benefícios do INSS.

Seguro-Desemprego e Salário-Família: Atualizações Essenciais para 2026

Além das aposentadorias e contribuições, outros benefícios sociais importantes também foram atualizados com base no novo cenário econômico e no salário mínimo de R$ 1.621. O Seguro-Desemprego e o Salário-Família, que são pilares de suporte para trabalhadores em momentos de vulnerabilidade, tiveram seus valores revisados para 2026.

O Seguro-Desemprego foi reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro. A parcela mínima do benefício agora corresponde ao novo salário mínimo, ou seja, R$ 1.621. Já a parcela máxima foi fixada em R$ 2.518,65. É fundamental lembrar que o valor exato do seguro-desemprego varia conforme a média dos salários recebidos pelo trabalhador nos últimos meses antes da demissão, garantindo uma transição mais suave para o mercado de trabalho.

O Salário-Família, benefício pago a trabalhadores de baixa renda com filhos ou equiparados, também foi atualizado. O valor por dependente passou a ser de R$ 67,54, e é destinado a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais. Este auxílio é vital para as famílias de menor poder aquisitivo, ajudando a complementar a renda e a garantir o sustento dos dependentes. As atualizações desses benefícios reforçam o papel do salário mínimo como um instrumento de política social abrangente, que se estende por diversas áreas da vida do trabalhador brasileiro.


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Novo Salário Mínimo de R$ 1.621: Detalhes do Reajuste, Início dos Pagamentos e Seus Amplos Impactos na Economia Brasileira

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começou a ser pago nesta segunda-feira, dia 2 de dezembro, impactando diretamente milhões de trabalhadores em todo o país. O valor, referente ao mês de janeiro, já pode ser conferido nos contracheques dos beneficiados, marcando uma importante atualização na renda básica dos brasileiros.

Este reajuste representa um aumento de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais no bolso dos trabalhadores, e foi oficialmente estabelecido pelo Decreto 12.797/2025. A medida reflete a política de valorização do salário mínimo, que busca garantir o poder de compra e estimular a economia nacional.

A mudança não afeta apenas os trabalhadores da iniciativa privada, mas também serve como referência para uma vasta gama de benefícios previdenciários e assistenciais. Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, já começaram a receber o novo piso salarial no dia 26 de novembro, com os pagamentos se estendendo até esta sexta-feira, 6 de dezembro, conforme o final do número do cartão de benefício, conforme informações divulgadas pelas fontes governamentais.

O Novo Valor em Detalhes: Quanto Vale o Mínimo em 2026

Com a atualização, o salário mínimo mensal passou a ser de R$ 1.621. Este valor é o pilar para o cálculo de diversas outras remunerações e benefícios, delineando a base econômica para milhões de famílias brasileiras. É fundamental compreender como esse montante se desdobra no dia a dia dos trabalhadores.

Além do valor mensal, é importante conhecer os valores diário e horário do novo salário mínimo. O valor diário, que serve de base para jornadas de trabalho específicas ou para o cálculo de faltas e horas extras, foi fixado em R$ 54,04. Já o valor da hora trabalhada, essencial para o cálculo de remunerações por hora ou para a composição de salários de trabalhadores em regime de meio período, é de R$ 7,37. Esses dados são cruciais para trabalhadores e empregadores na organização de suas finanças e obrigações.

A compreensão desses detalhes é vital, pois o salário mínimo não é apenas um piso salarial, mas um indicador econômico que influencia desde o planejamento orçamentário familiar até as políticas públicas de distribuição de renda. O reajuste busca equilibrar a recuperação do poder de compra e a sustentabilidade fiscal, em um cenário econômico dinâmico.

A Política de Valorização: Como o Salário Mínimo Foi Calculado em 2026

O cálculo do novo salário mínimo de R$ 1.621 segue uma metodologia específica, alinhada à política de valorização que combina a inflação e o crescimento econômico do país. Esta abordagem visa garantir que o poder de compra do trabalhador seja mantido e, se possível, ampliado, ao mesmo tempo em que se observam os limites do arcabouço fiscal.

A base para o reajuste é composta por dois fatores principais. Primeiramente, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou 4,18%. Este percentual assegura que o salário mínimo não perca valor real devido ao aumento dos preços. Em segundo lugar, soma-se a este índice o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB). Embora o crescimento real do PIB tenha sido de 3,4%, o arcabouço fiscal impôs um limite adicional de 2,5% acima da inflação do ano anterior, resultando em um reajuste total de 6,79%. Essa combinação reflete o esforço em conciliar a recuperação econômica com a responsabilidade fiscal, evitando pressões inflacionárias excessivas.

A adoção dessa política de valorização busca não apenas um aumento nominal, mas um incremento real no salário mínimo, contribuindo para a redução da desigualdade e para o aquecimento da economia. É um mecanismo que, ao longo dos anos, tem demonstrado capacidade de injetar recursos diretamente na base da pirâmide social, com reflexos positivos em diversos setores.

Impacto Social e Econômico: Milhões de Brasileiros Beneficiados e Bilhões na Economia

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 transcende a esfera individual e gera um impacto significativo em toda a sociedade e na economia brasileira. De acordo com estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a medida beneficia diretamente cerca de 61,9 milhões de brasileiros, um número expressivo que demonstra a capilaridade da política de valorização.

A expectativa é que o aumento salarial injete um montante substancial de R$ 81,7 bilhões na economia ao longo de 2026. Este recurso adicional, que circula principalmente no consumo de bens e serviços essenciais, atua como um motor para o comércio, a indústria e o setor de serviços, gerando um ciclo virtuoso de crescimento. O governo, ao considerar o reajuste do salário mínimo juntamente com a isenção do Imposto de Renda para determinadas faixas, estima um impacto combinado ainda maior, de R$ 110 bilhões na economia.

Esse influxo de capital tem efeitos amplos, tanto na melhoria da renda das famílias, que ganham maior poder de compra, quanto sobre as contas públicas, que se beneficiam do aumento da arrecadação em diversas frentes. É uma estratégia que visa fortalecer o mercado interno e proporcionar maior estabilidade financeira para uma parcela considerável da população.

Previdência Social e o Custo do Reajuste: Desafios e Benefícios

Embora o reajuste do salário mínimo traga inúmeros benefícios sociais e econômicos, ele também impõe desafios e custos adicionais à Previdência Social. O aumento do piso nacional para R$ 1.621 tem um impacto direto nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), uma vez que grande parte dos benefícios previdenciários e assistenciais está atrelada ao valor do salário mínimo.

O governo estima que o custo adicional para a Previdência Social, decorrente deste reajuste, será de aproximadamente R$ 39,1 bilhões. Esse valor reflete o compromisso de garantir que aposentados, pensionistas e beneficiários de programas como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também tenham seus rendimentos atualizados, acompanhando o novo piso nacional. A gestão desse custo é um dos grandes desafios da política fiscal, que busca equilibrar a responsabilidade social com a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo.

É importante ressaltar que o salário mínimo não é apenas um valor de referência para os trabalhadores ativos, mas um pilar fundamental para a segurança social de milhões de brasileiros que dependem dos benefícios do INSS. Sua valorização, portanto, é um investimento na dignidade e na qualidade de vida de uma parcela vulnerável da população, mesmo que implique em um aumento nas despesas previdenciárias.

Mudanças nos Benefícios do INSS: Aposentadorias e Pensões Atualizadas

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 traz importantes atualizações para os benefícios pagos pelo INSS, afetando aposentadorias, pensões e outros auxílios. A forma como esses benefícios são reajustados varia de acordo com o valor que o segurado recebe, garantindo que o piso nacional seja respeitado e que os valores acima do piso também sejam corrigidos.

Para os beneficiários do INSS que recebem o piso, ou seja, um salário mínimo, o reajuste é integral, acompanhando o aumento de 6,79%. Assim, esses benefícios passam a ser de R$ 1.621. Já para aqueles que recebem valores acima do piso, o reajuste é baseado exclusivamente no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,90%. Essa diferenciação busca proteger o poder de compra dos beneficiários de menor renda, enquanto atualiza os demais valores. Além disso, o teto do INSS, que é o valor máximo que um segurado pode receber de benefício, também foi atualizado para R$ 8.475,55, refletindo a nova realidade econômica e previdenciária.

Essas mudanças são cruciais para milhões de aposentados e pensionistas, que dependem desses valores para seu sustento. A atualização garante que seus rendimentos acompanhem, ao menos em parte, a inflação e o crescimento econômico, proporcionando maior segurança financeira e dignidade.

Contribuições Previdenciárias: Novas Faixas para CLT, Autônomos e MEI

Com o novo salário mínimo de R$ 1.621, as contribuições ao INSS também sofrem alterações, impactando trabalhadores com carteira assinada (CLT), autônomos, facultativos e Microempreendedores Individuais (MEI). As alíquotas de contribuição são progressivas para os trabalhadores CLT, enquanto para os demais grupos, os valores são fixos ou baseados em percentuais específicos sobre o salário mínimo.

Para os trabalhadores regidos pela CLT, as faixas de contribuição são as seguintes:

  • Até R$ 1.621: 7,5%
  • De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%
  • De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%
  • De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Essas faixas garantem uma contribuição proporcional à renda, seguindo o princípio da progressividade. Para autônomos, facultativos e MEI, os valores são simplificados:

  • Plano normal (20% sobre o salário mínimo): R$ 324,20
  • Plano simplificado (11% sobre o salário mínimo): R$ 178,31
  • Baixa renda (5% sobre o salário mínimo): R$ 81,05
  • MEI (5% sobre o salário mínimo): R$ 81,05

Essas modalidades visam facilitar a regularização previdenciária de diferentes perfis de trabalhadores, garantindo acesso aos benefícios do INSS.

Seguro-Desemprego e Salário-Família: Atualizações Essenciais para 2026

Além das aposentadorias e contribuições, outros benefícios sociais importantes também foram atualizados com base no novo cenário econômico e no salário mínimo de R$ 1.621. O Seguro-Desemprego e o Salário-Família, que são pilares de suporte para trabalhadores em momentos de vulnerabilidade, tiveram seus valores revisados para 2026.

O Seguro-Desemprego foi reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro. A parcela mínima do benefício agora corresponde ao novo salário mínimo, ou seja, R$ 1.621. Já a parcela máxima foi fixada em R$ 2.518,65. É fundamental lembrar que o valor exato do seguro-desemprego varia conforme a média dos salários recebidos pelo trabalhador nos últimos meses antes da demissão, garantindo uma transição mais suave para o mercado de trabalho.

O Salário-Família, benefício pago a trabalhadores de baixa renda com filhos ou equiparados, também foi atualizado. O valor por dependente passou a ser de R$ 67,54, e é destinado a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais. Este auxílio é vital para as famílias de menor poder aquisitivo, ajudando a complementar a renda e a garantir o sustento dos dependentes. As atualizações desses benefícios reforçam o papel do salário mínimo como um instrumento de política social abrangente, que se estende por diversas áreas da vida do trabalhador brasileiro.


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