Seca Agrava em São Paulo: Chuvas Abaixo da Média Persistem Pela La Niña e Reservatórios Atingem Níveis Críticos
A região metropolitana de São Paulo enfrenta um cenário hídrico desafiador, com a maioria das estações de medição registrando chuvas abaixo da média histórica para janeiro. A previsão é que esta condição de estiagem se mantenha durante todo o primeiro trimestre do ano, intensificando a seca no estado.
A persistência do fenômeno La Niña no Oceano Pacífico é apontada como a principal causa, dificultando o avanço de frentes frias e a chegada de umidade essencial para a reposição dos mananciais. Essa situação tem levado os reservatórios a níveis alarmantes, comparáveis a períodos críticos anteriores.
As autoridades estão em alerta máximo, implementando ações de contingência e buscando soluções para mitigar os impactos dessa crise hídrica. A necessidade de conscientização e uso responsável da água por parte da população é reforçada, conforme informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e monitoramento da Agência Nacional de Águas (ANA).
Impactos da La Niña e Projeções Futuras
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou que a influência da La Niña tem agravado a condição de seca em todo o estado de São Paulo. A maior parte do território paulista já está classificada em condição de seca severa ou extrema desde janeiro de 2024, com exceção do norte, que registra seca severa nos últimos 12 meses.
O ano de 2025 foi considerado seco pelo Inmet, pois as chuvas de verão (2024-2025) não foram suficientes para reabastecer o solo. O meteorologista Leydson Dantas, do Inmet, alertou que