Os Estados Unidos intensificaram sua campanha contra o Estado Islâmico na Síria, realizando neste sábado (10) uma série de ataques de grande escala. A ação militar ocorre como uma resposta direta a um ataque terrorista anterior.

Esses bombardeios visam desarticular as operações do grupo extremista e enviar uma mensagem clara sobre a proteção das forças americanas e aliadas que atuam na região. A operação é parte de uma estratégia mais ampla de combate ao terrorismo.

A ofensiva, detalhada pelo Comando Central dos EUA (Centcom), marca uma nova fase na luta contra o Estado Islâmico, conforme informações divulgadas pelo próprio comando militar.

Retaliação a emboscada fatal em Palmira

Os ataques em larga escala são uma retaliação direta a um incidente ocorrido em 13 de dezembro de 2025, na cidade de Palmira. Naquela data, um terrorista do Estado Islâmico emboscou um comboio de forças americanas e sírias.

O ataque resultou na morte de dois soldados do Exército dos EUA e de um intérprete civil americano, além de deixar outros três militares dos Estados Unidos feridos. O agressor foi morto no local do confronto, segundo o Exército americano.

Operação Hawkeye Strike e o posicionamento do Centcom

Os bombardeios, que tiveram início por volta das 12h30 no horário da Costa Leste americana, atingiram múltiplos alvos do Estado Islâmico em todo o território sírio. A ação integra a Operação Hawkeye Strike, lançada e anunciada em 19 de dezembro de 2025.

A determinação para a operação partiu do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O Comando Central dos EUA (Centcom) confirmou a informação em uma publicação em seu perfil na rede social X, detalhando a extensão e os objetivos da ofensiva.

Objetivos dos ataques e o recado dos EUA

De acordo com o comando militar, os ataques mais recentes tiveram como objetivo principal erradicar o terrorismo islâmico, impedir novos atentados e garantir a proteção das forças americanas e parceiras que atuam na região da Síria.

O Centcom enfatizou que as forças dos Estados Unidos e da coalizão internacional continuam empenhadas na perseguição a terroristas que representem uma ameaça direta ao país. A postura é de tolerância zero contra grupos extremistas.

Em uma declaração contundente, o comando militar americano afirmou: “O recado continua claro e firme: se ferirem nossos combatentes, nós os encontraremos e os mataremos em qualquer lugar do mundo, não importa o quanto tentem escapar da Justiça”.

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